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Maria Bethânia e Mangueira inspiram dois documentários

Dois documentários mostrando os bastidores do desfile campeão “Maria Bethânia, A Menina dos Olhos de Oyá” da Estação Primeira de Mangueira estão sendo preparados, um deles mostrará dos bastidores como esxola do samba-enredo, a última nota que escola conquistou na apuração na quarta até seu capítulo final hoje na Sapucaí, no desfile das campeãs.
Os documentários estão sendo gravados por Marcio Debellian e Márcio Levandoski, este segundo com título de “O Próximo Samba”.
No documentário de Debellian as “origens baianas nos sambas cariocas e a presença da religião na festa”, no documentário de Levandoski a construção passo-a-passo do Carnaval em si.
Luizito, intérprete da Mangueira que morreu em outubro de 2015, aparecerá no documentário “O Próximo Samba”, com imagens feitas horas antes de sua morte. O filme deve ficar pronto em maio e passará por festivais em todo o mundo com estréia prevista para novembro ou dezembro, quando o carnaval volta à imaginação do público de fato.
O foco do comentário de Debellian é de fato a homenagem da Mangueira à #AbelhaRainha,Maria Bethânia e mostra a cantora sambando de pés descalços embaixo de uma forte chuva em Santo Amaro da Purificação no começo deste mês, durante a “Festa da Purificação”.
“A ideia surgiu em junho, quando conversei com a Bethânia e ela deu ok. Essas histórias se cruzam. O que me interessa é o giro de mais de cem anos em que o samba veio como coisa de vagabundo, tornou-se expressão da identidade de um país e terminou numa homenagem a uma santamarense, que ganhou o carnaval”, disse o diretor ao jornal al O Globo. “Ali eu vi a Bethânia Menina, a menina dos olhos de Oyá que conta o enredo”, completou.
Elementos técnicos como Drones e câmeras paradas irão dar ontom dos documentos de Debellian e Levandoski respectivamente, Debellian ainda mostrará os bastidores do show de Bethânia com Chico para arrecadar fundos à escola e dos momentos de tensão na escola do samb-enredo, a chegada do troféu do campeonato à quadra da verde-e-rosa e de personagens como de uma costureira que não sabia se iria ter saúde para ver as roupas confeccionadas por ela entrarem na avenida.
“Estava guardando a ideia. Bethânia traduz um pedaço do Brasil que as escolas deveriam reverenciar. Mais do que a cantora, quis apresentar essa Bethânia brasileira, que tem em si a Bahia, o candomblé, o catolicismo popular. Acho que isso atraiu os produtores dos filmes. E logo no meu primeiro ano como carnavalesco fui campeão e tive dois documentários sobre meu enredo”, comemora o carnavalesco Leandro Vieira.
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